Um blogue dedicada à exposição de alguns objectos que podem definir um verbo tão complicado como o verbo SER, relativamente à sua definição na personalidade de uma pessoa...
publicado por O Verbo Ser | Quinta-feira, 10 Julho , 2014, 15:55

Sem dúvida que existem muitos lemas que nos ajudam a Ser na Vida!

 

Já numa publicação anterior tinha falado de uma espécie de lema de vida, algo que eu gosto que seja ao máximo a minha vida! Algo que eu gostaria que fosse o resumo mais resumido da minha vida - Ser, Querer Ser, Fazer Ser...

 

Passaram-se anos desde esse tempo em que, pela primeira vez o disse e o tomei como certo e, ao pensar nesse tempo em comparação com o presente surgiu-me estas cenas que, em conjunto, não sei nem o que são. Espero que possam gostar um bocadinho...

 

SER, QUERER SER, FAZER SER

 

Palavras que dizia,

No tempo em que ouvia,

Chamarem-me a mim

Um rapaz assim:

 

Alegre e fugaz

Com energia valente,

A fazer-se na Paz,

Em tudo presente!

 

Hoje surdo

Aquilo que mudo,

E hoje mudo

Aquilo que tudo.

 

E dentro esse tudo,

É um tudo que sinto!

E fora de mim,

É aquilo que minto!

 

Cantam outros em grave,

Hoje no dia,

Poêm-me em trave,

Dizem-me que não podia!

 

Sejam, mas sejam com sentido!


publicado por O Verbo Ser | Terça-feira, 08 Julho , 2014, 15:06

Depois de quase dois anos sem nada postar, e isso não significa nada pensar, aqui me encontro.

 

Sinto-me mal, não só pelo facto de me sentir mal, mas também pelo facto de só usar este blogue quando sinto falta... Peço desculpa...

 

Provavelmente ninguém lerá este post, devido à minha não assiduidade, mas melhor!

 

Sei que Ser não sei. Hoje sei que Ser é desilusão, porque atirarmo-nos no Ser e Ser é ser-se atrevido na vida. E, às vezes, falhamos!

 

Falhar é Ser. Não Ser quem somos é Ser! Fazer o que nunca pensaríamos que fizéssemos é Ser! É arriscar... É viver na aventura do falhanço? É, mas é isso mesmo. Somos nós quando falhamos e aceitamo-lo! Somos nós quando depois das falhas estamos vivos para as enfrentar!

 

Eis-me aqui, oh Pai!!!

 

Sejam, mas sejam... com sentido? Não sei, procuraremo-lo!


publicado por O Verbo Ser | Domingo, 07 Outubro , 2012, 21:09

Muito boa noite...

 

Aqui estão os auto-conselhos de hoje:

 

* Sê firme! E atenção, também as rochas são firmes, mas até elas procuram suporte noutras rochas;

 

* Ajuda! Ajudae é ajudar-te. Não há sentimento mais reconfortante do que o sentimento de ajuda ao próximo;

 

* Acolhe! Em plena fase de preparação da Festa do Acolhimento das minhas crianças da catequese, a palavra "Acolhe" tem sinónimos dantes pouco prováveis, tais como: "Descobre"; "Descobre-Te"; "Desafia"; "Desafia-Te"; "Inventa"; "Inventa-Te"...;

 

* Permanece fiel a quem te Ama: Amar não significa possuir, porque ser fiel é muito mais do que se sujeitar à posse, é presidir o posto máximo no Cargo da Confiança...

 

Até à próxima.

 

Sejam, mas sejam com sentido... ;)


publicado por O Verbo Ser | Domingo, 09 Setembro , 2012, 21:46

Muito boa noite, caros leitores.

Eis os auto-conselhos de hoje:

 

* "Não estás só, Deus já despertou contigo";

 

* Podes sempre contar com alguém. Não deves sofrer ou alegrar-te sozinho;

 

* A Vida fez-se para SERMOS como SOMOS e aceitarmos os OUTROS como SÃO;

 

Até à próxima, amigos.

 

SEJAM, MAS SEJAM COM SENTIDO.


publicado por O Verbo Ser | Domingo, 26 Agosto , 2012, 22:32
Este título vai passar a ocupar alguns dos posts que a partir de hoje possam ser escritos aqui, no verbo ser. Nunca me querendo afastar do propósito do site -definir o verbo ser,sem cair em falsas ou incompletas definições- pretendo deixar aqui algumas ideias-chave, talvez conselhos que me tenham dado ou que eu tenha me tenha dado ou, ainda, que eu tenha dado a outras pessoas (ou ainda ao quadrado, nenhuma das opções anteriores xD). O propósito desta secção do blogue é trazer uma acção prática ao mesmo, não deixando que apenas a teoria reine por estes lados.
Julgo ser importante decifrar ideias, experimenta-las e concluir sobre a sua validade e/ou utilidade.
Portanto, aqui vão algumas ideias para serem reflectidas:

* porque não tentamos ser fortes? Sê forte, e faz o que deve ser feito mesmo que te custe.

* descansa. Não podemos exigir de nós mesmos e martirizarmo-nos sobre algo que à vista de qualquer outra pessoa seria impossível de fazer/adquirir/conseguir.

* vais deixar de ser parvo(a) sozinho(a) ou queres ajuda? Muitas vezes tentamos fazer o que julgamos ser o melhor para o outro, mas lembra-te: E que tal fazermos o melhor para ambos? A vida faz-se de relações e não de formas de sobrevivência isoladas, como a ténia. Reflecte e põe em prática o melhor da relação coração - racionalidade humana.

* não deixes que façam de ti um robô automatizado para a aceitação de ordens. Nunca te esqueças que também tu pensas. Não faças por ser obrigatório: quando fizeres, e se fizeres, fá-lo com gosto.

Esperam que tudo isto vos seja útil.

Até à próxima...

SEJAM, MAS SEJAM COM SENTIDO.

publicado por O Verbo Ser | Quinta-feira, 29 Dezembro , 2011, 21:31

Provavelmente este título está muito mal pontuado. Muitas vezes a “aquisição” de responsabilidade leva-nos a diversos dilemas ou problemas em opções de escolha. Assim, este título deveria ser pontuado com um sinal interrogação. No entanto, visto isto, podemos igualmente concluir que possuindo problemas de decisão e, como temos determinada responsabilidade, é imperativo tomar uma decisão, logo as reticências podem também representar este processo de decisão e a “pré-chamada(s)”  para este acontecimento.

A este passo podem vocês pensar: O que isto tem que ver com O VERBO SER?

Tem que ver, porque pode-se SER OU NÃO SER RESPONSÁVEL.

De maneira alguma o que vou dizer serve para me “gabar” ou para colocar outras pessoas num patamar de importância mais baixo. Nem pensar.

Há uns dias, encontrava-me eu no meio de um “trilema”, se me faço entender. Tinha uma questão que necessitava decidir entre três opções referidas por mim. Talvez por ter sido eu a restringir as opções ou por outra razão qualquer, tive muitas dificuldades a fazer a minha escolha. Mas, aos poucos, fui clarificando as minhas ideias e lá tomei a minha decisão. Apesar do “feito”, o melhor não foi o facto de ter conseguido tomar uma decisão, o melhor foi esta mesma decisão me deixou feliz, realizado e completamente aliviado.

A meu ver, acho que tudo na vida segue um pouco por este caminho.

A partir de um certo momento, devemos ser capazes e racionais q.b. para tomar decisões e realizar acções por nós próprios.

Lembro-me perfeitamente que as minhas Férias de Verão após o 9ºAno foram muito mais relaxantes que as minhas Férias de Verão do ano lectivo passado. Porquê? Provavelmente porque fui responsável q.b. para compreender que não podia deixar de continuar o trabalho realizado durante os 8/9 meses anteriores. Será isto responsabilidade, na realidade? Não sei. O facto é que me senti satisfeito quando vi algumas horas de Verão “perdidas” de revisão darem frutos.

O meu objectivo com este post foi, definitivamente, tentar expôr um pouquinho destas minhas experiências dentro deste confuso tema de nome RESPONSABILIDADE.

 

Até mais ver!

 

SEJAM, MAS SEJAM COM SENTIDO!


publicado por O Verbo Ser | Sábado, 23 Julho , 2011, 14:37

Olá, bom dia! Mais uma vez, aqui estou eu para vos relatar um bocadinho da minha experiência no que diz respeito ao verbo mais famoso por estas bandas - O VERBO SER.

Este post deveria ter o mesmo título que um post já aqui por mim escrito há uns bons tempos - "O EGOÍSMO VENCEU?". Pois é, mais uma vez vou falar desta componente no SER do indivíduo humano.

Ontem, à noite, durante as Festas de Comemoração em honra a S. Tiago, aqui em Vila Nova de Gaia, não pude deixar de analisar uma situação que ocorreu enquanto eu dava uma mãozinha a uns amigos de família na sua roulote de Farturas. Estava eu a "atender" dois clientes quando eles pediram 4 farturas e 2 cervejas e eu lhes disse que compensava pedir a meia dúzia, porque lhes compensava. Assim foi. Enquanto eu estava a colocar a travessa das farturas na mesa sugeri que, mesmo que não comessem todas as farturas poderiam pedir para que eu as colocasse num saquinho para que as pudessem levar para casa. Enquanto eles preparavam o pagamento, já tinham acabado de comer as farturas, restando 4 (a meia dúzia lá é de 8, ahahaha), apareceu um amigo deles com a mulher e os seus três filhos que,a meu ver, e peço desculpa por qualquer avaliação errada, tinha uma situação económica muito, muito difícil. Ao vê-los, os dois senhores das farturas pediram-me para guardar as farturas numa saca e entregar ao casal amigo. Quando assim o fiz, foi notório um ar tão contente. Um sorriso igual ao das crianças quando lhes damos algo que nunca tiveram. Nem sei bem o que senti naquele momento. Quando cheguei a casa, não pude deixar de escrever este post para que não deixasse fugir os sentimentos que em mim tinham brotado naquele momento.

Para terminar, só queria deixar uma notinha.

Dizem por aí que estamos em CRISE, mas eu detesto este termo, principalmente quando associado à expressão "NÃO HÁ DINHEIRO" (não me digam que a Inquisição ainda existe e que continuam a realizar autos-de-fé, sendo agora queimado dinheiro -.-). Apesar deste crise, que não ignoro de maneira alguma, por favor, peço para que gestos como estes não sejam esquecidos, sejam apenas um hábito, algo  insofismável, que não se pode não fazer ou fazer de maneira contrária. Lembrem-se sempre que existe sempre quem está pior que nós e a esses é que devemos oferecer ajuda.

 

Até mais,

 

SEJAM, MAS SEJAM COM SENTIDO!


publicado por O Verbo Ser | Sexta-feira, 15 Julho , 2011, 22:02

Olá, muitos bons dias!!! Como usual, já há muito não escrevia algo aqui e, assim sendo, muito se passou desde o último post.

Hoje vou falar um pouquinho sobre um tema relacionado com o SER.

Há uns dias, tive umas ideias para um projecto a começar. Obviamente, não vou referir agora o que será o projecto, mas vou aqui abordar algo que está directamente relacionado com ele.

VERGONHA. Já ouviram falar? É claro que sim. O nosso ser é criado por nós, logo algo do nosso agrado, à partida. No entanto, podemos não SER as melhores pessoas do mundo, mas, normalmente e deixemos as excepções de lado, somos o melhor que conseguimos. O nosso SER é um complexo conjunto de aspectos que nos pertencem e que são como um cartão de memória ao qual acedemos constantemente ao longo das nossas vidas. E, qual o sentido de, deste modo, sentirmos vergonha de nós, como indivíduos humanos? Sim, porque sentirmos vergonha do nosso SER é sentirmos vergonha de nós mesmos.

Por exemplo, no meu ver e pelo aquilo que já experienciei com várias pessoas minhas amigas, há muitos jovens que, por vergonha, não admitem nem professam a sua religião livremente. Porquê? Porque não é fashion e, principalmente, nada rude professarmos, no exemplo da minha Fé, um Deus Amor, um Deus Abba, Papá. E muito menos fashion é dizermos para um grande amigo ADORO-TE OU AMO-TE! Posso, porventura, saber porque se tornam extintas estas expressões/palavras? Pois todas estas expressões fazem parte do nosso SER, logo, nada de vergonha relativamente a isso.

Vergonha temos de sentir por acções menos boas que façamos, acções que vão contra a amorosa Humanidade de Deus. Acções que vão contra os nossos semelhantes, essas sim, é que nos devem provocar vergonha.... Não sei se me estou a fazer entender,mas espero que sim...

Vergonha faz-me lembrar VERGAR A FRONHA (Por favor, desculpem-me a expressão), ou seja, andar cabisbaixo. Isto não é atitude plausível para quem quer SER, para quem quer SER com sentido.

Como deve dar para perceber, este post não tem como finalidade dar uma definição de SER, mas abordar uma temática em parte relacionada com o SER individual-comunitário.

 

SEJAM, MAS SEJAM COM SENTIDO...!!!


publicado por O Verbo Ser | Domingo, 24 Abril , 2011, 22:26

Hoje veio-me à cabeça uma comparação muito interessante, do meu ponto de vista...

"Eureka!", disse eu, quando consegui a seguinte comparação- Não, não descobri a definição de SER... Não, mas descobri a razão, ou melhor, uma das, pela qual é muito difícil, se não impossível, definir SER.

Imaginem, por favor, o seguinte cenário:

Imagine que é um caixeiro que trabalha num Quiosque muito conhecido, num dos mais visitados do País ("O Quiosque", no Centro Comercial Dolce Vita - lol)... Está-se a imaginar na situação?

Pense agora que o seu horário de trabalho acaba às 17:00h, no entanto antes de deixar o seu posto de trabalho tem de realizar as contas à caixa registadora, a fim de confirmar se tudo bate na perfeição, se não há dinheiro nem a mais nem a menos...

Parece fácil, não é... Mas lembra-se da minha solução fantástica de ir procurar ao dicionário a definição de SER, parecia tão fácil mas a desilução caiu sobre mim. O mesmo acontece neste exemplo. A este cenário, de modo a que o mesmo se torne o mais verídico possível, temos de acrescentar o facto de que os clientes não param de entrar, comprar e sair da loja, tendo, então, os colegas de trabalho de mexer na caixa registadora, envolvendo muitas alterações no total da caixa. E assim, hem?! Já se torna uma actividade mais difícil, não? Obviamente que sim.

Agora façam, por favor, a comparação que eu fiz.

Também o nosso SER está sempre em constante alteração com a nossa experiência, com o nosso conhecimento, com novas pessoas, com novas entidades, com novos saberes, com muito novo. Por vezes parece que, de um segundo para o outro, mudámos de mundo e que o actual nada tem a com aquele no qual vivíamos há uns segundos atrás. Estranho, mesmo... Pois são estas constantes alterações que, de certo modo, fazem com que seja difícil definir SER.

 

 

Até à próxima!

 

SEJAM COM SENTIDO!

 


publicado por O Verbo Ser | Domingo, 03 Abril , 2011, 22:00

Como sempre, já alguns tempinhos se passaram desde a última vez!

Hoje gostava de reflectir um pouco sobre o Silêncio em contraponto com o verbo cá da tasca - SER. Será que podemos ser em silêncio? Será que o silêncio se pode conciliar com o Ser? Será que é possível fazer o silêncio parte do Ser?

Ainda continuando sem conseguir definir este tão difícil verbo, uma pessoa que quer Ser, que deseja ter um Ser não necessita de silêncio para nele reflectir? Será que o silêncio como forma de comunicação com os outros não é fundamental para nos definirmos como pessoa, como um Ser no Mundo, como um SER, um "Animal Social"? De uma coisa eu tenho a certeza, o Ser Humano é um ser de relações dinâmicas e intervenientes com outros Seres seus Semelhantes. Será possível conseguir prosseguir depois de uma conversa, ou melhor, de um monólogo, sem pensar que  provavelmente faltou silêncio da nossa parte? Julgo ser muito difícil, mas de certo modo, é muito gratificante, pois assim podemos chegar  à conclusão de que o silêncio pode ser uma forma de darmos um pouco de oportunidade ao outro, aos outros, para que, pela comunicação dele(s) possamos crescer, ou melhor, fermentar o nosso Ser, a nossa personalidade, o nosso íntimo, o nosso interior marcado pelo Hálito da Vida, dado por Deus.

É impressionante pensar num homem sentado na praia de uma ilha isolada, na qual a comunicação seria nula. É claro que este cenário não passa, normalmente, dos filmes, mas consideremos este exemplo:

Será que existiria lá, mesmo com um só ser humano, comunicação?

Será que com o silêncio por parte deste ser humano não se estabeleceria uma comunicação?

Será que só existiria lá um só elemento para diálogo, ou melhor dizendo, para caso afirmativo, monólogo?

 

São questões para as quais a dificuldade de resposta é muito elevada.

Tentemos explicar:

 

Será que para acontecer comunicação é sempre necessário duas pessoas, ou entidades? Pessoalmente, acredito que não! Acredito muito que a comunicação intrapessoal se pode tornar numa comunicação eficaz, na medida em que, eu preciso de mim para Ser. Eu preciso de falar comigo mesmo para me melhorar, para me recuperar, para poder evoluir como pessoa, como ser. O comunicar com nós mesmos é uma atitude antidogmática que nos permite um melhoramento pessoal. Entendido? Nem eu mesmo consigo compreender bem, quanto mais explicar!!! Mas não nos podemnos, também, esquecer que nunca, mas nunca, estamos sozinhos!

 

Quanto à segunda pergunta esta sim, eu tenho quase a certeza, de que o silêncio é um meio de comunicação! De uma forma muito simples e pouco demorada, a comunicação expressa, geralmente, sentimentos, emoções e, considerando que o silêncio é uma forma proveitosa de expressá-los, podemos considerar, pois, o silêncio uma forma de comunicação. Felicidade e Silêncio conjugam, até que explode a Boa Nova! Amor e Silêncio também conjugam...

 

A terceira questão, esta é, para mim, de muito fácil resposta: NÃO! E Deus? E o nosso grilo falante? ...

 

 

 

 

Um post muito pela ramo, propositadamente!

 

 

SEJAM COM SENTIDO!!!

 

 

ATÉ MAIS, COMO SER!


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