Um blogue dedicada à exposição de alguns objectos que podem definir um verbo tão complicado como o verbo SER, relativamente à sua definição na personalidade de uma pessoa...
publicado por O Verbo Ser | Domingo, 24 Abril , 2011, 22:26

Hoje veio-me à cabeça uma comparação muito interessante, do meu ponto de vista...

"Eureka!", disse eu, quando consegui a seguinte comparação- Não, não descobri a definição de SER... Não, mas descobri a razão, ou melhor, uma das, pela qual é muito difícil, se não impossível, definir SER.

Imaginem, por favor, o seguinte cenário:

Imagine que é um caixeiro que trabalha num Quiosque muito conhecido, num dos mais visitados do País ("O Quiosque", no Centro Comercial Dolce Vita - lol)... Está-se a imaginar na situação?

Pense agora que o seu horário de trabalho acaba às 17:00h, no entanto antes de deixar o seu posto de trabalho tem de realizar as contas à caixa registadora, a fim de confirmar se tudo bate na perfeição, se não há dinheiro nem a mais nem a menos...

Parece fácil, não é... Mas lembra-se da minha solução fantástica de ir procurar ao dicionário a definição de SER, parecia tão fácil mas a desilução caiu sobre mim. O mesmo acontece neste exemplo. A este cenário, de modo a que o mesmo se torne o mais verídico possível, temos de acrescentar o facto de que os clientes não param de entrar, comprar e sair da loja, tendo, então, os colegas de trabalho de mexer na caixa registadora, envolvendo muitas alterações no total da caixa. E assim, hem?! Já se torna uma actividade mais difícil, não? Obviamente que sim.

Agora façam, por favor, a comparação que eu fiz.

Também o nosso SER está sempre em constante alteração com a nossa experiência, com o nosso conhecimento, com novas pessoas, com novas entidades, com novos saberes, com muito novo. Por vezes parece que, de um segundo para o outro, mudámos de mundo e que o actual nada tem a com aquele no qual vivíamos há uns segundos atrás. Estranho, mesmo... Pois são estas constantes alterações que, de certo modo, fazem com que seja difícil definir SER.

 

 

Até à próxima!

 

SEJAM COM SENTIDO!

 


publicado por O Verbo Ser | Domingo, 03 Abril , 2011, 22:00

Como sempre, já alguns tempinhos se passaram desde a última vez!

Hoje gostava de reflectir um pouco sobre o Silêncio em contraponto com o verbo cá da tasca - SER. Será que podemos ser em silêncio? Será que o silêncio se pode conciliar com o Ser? Será que é possível fazer o silêncio parte do Ser?

Ainda continuando sem conseguir definir este tão difícil verbo, uma pessoa que quer Ser, que deseja ter um Ser não necessita de silêncio para nele reflectir? Será que o silêncio como forma de comunicação com os outros não é fundamental para nos definirmos como pessoa, como um Ser no Mundo, como um SER, um "Animal Social"? De uma coisa eu tenho a certeza, o Ser Humano é um ser de relações dinâmicas e intervenientes com outros Seres seus Semelhantes. Será possível conseguir prosseguir depois de uma conversa, ou melhor, de um monólogo, sem pensar que  provavelmente faltou silêncio da nossa parte? Julgo ser muito difícil, mas de certo modo, é muito gratificante, pois assim podemos chegar  à conclusão de que o silêncio pode ser uma forma de darmos um pouco de oportunidade ao outro, aos outros, para que, pela comunicação dele(s) possamos crescer, ou melhor, fermentar o nosso Ser, a nossa personalidade, o nosso íntimo, o nosso interior marcado pelo Hálito da Vida, dado por Deus.

É impressionante pensar num homem sentado na praia de uma ilha isolada, na qual a comunicação seria nula. É claro que este cenário não passa, normalmente, dos filmes, mas consideremos este exemplo:

Será que existiria lá, mesmo com um só ser humano, comunicação?

Será que com o silêncio por parte deste ser humano não se estabeleceria uma comunicação?

Será que só existiria lá um só elemento para diálogo, ou melhor dizendo, para caso afirmativo, monólogo?

 

São questões para as quais a dificuldade de resposta é muito elevada.

Tentemos explicar:

 

Será que para acontecer comunicação é sempre necessário duas pessoas, ou entidades? Pessoalmente, acredito que não! Acredito muito que a comunicação intrapessoal se pode tornar numa comunicação eficaz, na medida em que, eu preciso de mim para Ser. Eu preciso de falar comigo mesmo para me melhorar, para me recuperar, para poder evoluir como pessoa, como ser. O comunicar com nós mesmos é uma atitude antidogmática que nos permite um melhoramento pessoal. Entendido? Nem eu mesmo consigo compreender bem, quanto mais explicar!!! Mas não nos podemnos, também, esquecer que nunca, mas nunca, estamos sozinhos!

 

Quanto à segunda pergunta esta sim, eu tenho quase a certeza, de que o silêncio é um meio de comunicação! De uma forma muito simples e pouco demorada, a comunicação expressa, geralmente, sentimentos, emoções e, considerando que o silêncio é uma forma proveitosa de expressá-los, podemos considerar, pois, o silêncio uma forma de comunicação. Felicidade e Silêncio conjugam, até que explode a Boa Nova! Amor e Silêncio também conjugam...

 

A terceira questão, esta é, para mim, de muito fácil resposta: NÃO! E Deus? E o nosso grilo falante? ...

 

 

 

 

Um post muito pela ramo, propositadamente!

 

 

SEJAM COM SENTIDO!!!

 

 

ATÉ MAIS, COMO SER!


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